quinta-feira, 2 de março de 2017

DRESS A GIRL AROUND THE WORLD

Meus bons Amigos.

Porque julgo pertinente e do maior interesse, peço a divulgação, dando conhecimento deste Projecto humanitário global "Dress a girl around the world" que pela R.T.P. 1, Programa "Agora Nós" tive acesso e de pronto ecou em muitas voluntárias Farenses, que a ele querem aderir.

Se tivesse "arte" para costurar, eu próprio gostaria de confeccionar um vestido e destiná-lo a uma criança de Moçambique ou de outro país pobre e irmão...

Agradeço-vos a divulgação que tentarei dar ao conhecimento dos Jornais regionais.

Um abraço.
J. Aleixo

“Dress a girl around the world”

"Um projecto humanitário e solidário global, com origem nos U.S.A, ano de 2009, mais não visa que oferecer a uma criança, entre os 2 e os 12 anos de idade, um vestido, confecionado totalmente por voluntárias(os), com materiais novos, 100% de algodão, de cores fortes, opacas e coloridas de preferência, sem dinheiro, donativos de espécie alguma, somente o trabalho e a criatividade das costureiras aderentes. 
Confeccionados totalmente por voluntárias(os), já foram feitos, até ao momento, cerca de 500.000 vestidos novos, distribuídos por 81 países, prova evidente da aceitação generalizada das populações.

Em Portugal já existem 8 “Atelier´s” envolvidos, sendo que, no Algarve, mais concretamente em Faro, o repto e o acolhimento foi aceite por três jovens Empresárias:
  • Retrosaria Miga de Noemi Aleixo, 
  • A marca Xis de Xana Brito e
  • A marca Retalhos e Retalhinhos de Cristina Ramalho com o apoio da Rosa Chock Boutique e Entre Abraços.
Passando à acção, que o tempo urge, previsto já está um primeiro evento, a realizar:

  • No dia 11 de Março, (Sábado), com dois turnos de formação, o primeiro com início pelas 09:30 – 12:30 horas e o segundo, pela tarde, das 15:00 às 18:00 horas, nas salas da “Entre Abraços”, sita na Rua Vasco da Gama, nº 16, 1º andar em Faro, organizado pelas referidas Empresas, onde se irão confeccionar os primeiros e lindos vestidos, direccionados às crianças carenciadas… 
Ao recebê-los, a sua auto estima aumenta exponencialmente e o logótipo da “Dress a girl”, inserto nos mesmos e bem visível, é um precioso antídoto para afastar os “predadores”, como já confirmado pela Embaixadora “Dress World” Vanessa Campos, cidadã brasileira radicada em Portugal (Cascais), grande responsável pela divulgação da ideia no nosso país.

Procuram-se voluntárias(os) com gosto pela costura e que queiram e gostem de confecionar estes vestidos, assim como quem queira colaborar ofertando tecidos novos, garridos, 100% algodão.

As inscrições das(os) voluntárias(os) podem ser feitas através do Facebook, por mensagem, para a “Miga” https://www.facebook.com/miga.retrosaria

Para quem quiser fazer donativos de tecidos, deixamos as moradas e contactos , para que nos enviem ou entreguem pessoalmente:
  • Miga – Rua Batista Lopes, nº 25 B, 8000-225 Faro -  915 474 253
  • Xis - 92 40 83 913
  • Retalhos e Retalhinhos - 927 049 679
Apoie e estimule esta causa! Ao fazê-lo, além de reforçar a sua auto estima e ocupar parte do seu tempo livre, está simultaneamente dando uma preciosa ajuda a crianças carenciadas.

https://www.facebook.com/miga.retrosaria

https://www.facebook.com/xis15/?fref=ts

https://www.facebook.com/Retalhos-e-Retalhinhos-385594264784254/?fref=ts

https://www.facebook.com/entre.abracos

https://www.facebook.com/rosachockboutiquefaro/?fref=ts "


sábado, 4 de fevereiro de 2017

JOGO DA MÃE


Recordo o jogo que em meados do século passado (ao tempo que isto já foi), nos ocupava as noites de domingo, enquanto os nossos pais, se entretinham no baile da aldeia que era no salão do senhor Manuel.

Naquele tempo ainda demasiado novos para nos atrevermos a "ir buscar" uma moça para dançar, saiamos do salão para nos juntarmos no largo da igreja para as brincadeiras e jogos de grupo.

"A mãe", era um jogo de "apanhar" com a particularidade de nos dividirmos em dois grupos, como se fazia para os jogos de bola e ser jogado na escuridão da noite da nossa aldeia que naquela época mal tinha meia dúzia de pequenas lâmpadas incandescentes na rua principal, uma delas iluminando o largo da igreja.

Em cada um dos grupos compostos apenas por rapazes, existiam um chefe que chamávamos de "mãe" que era escolhido pela sua habilidade para se esconder e fugir do grupo que o procurava.

Enquanto um grupo se escondia o outro contava até vinte, antes de iniciar as buscas, para descobrir e agarrar (prender) os elementos do grupo contrário.

À medida que iam sendo agarrados juntavam-se no largo da igreja esperando o desfecho do jogo.

O jogo terminava quando conseguíssemos prender "a mãe" do grupo fugitivo que naturalmente era sempre o mais difícil quer de encontrar quer de agarrar.

Esta história que há alguns dias me andava na cabeça voltou hoje quando por casualidade encontro o Fernando Ramos que naquele tempo era conhecido por Fernando do "Bairro" e que foi também uma das mães que me ficou na memória por alguns episódios agora hilariantes mas que naquele tempo nos deixavam aborrecidos.

Suspeitávamos que naquelas noites em que não o conseguíamos encontrar era porque ele se refugiava na sua casa no bairro que é muito perto do largo da igreja, deitava-se para dormir e deixava que o procurássemos até nos cansarmos e desistirmos.

Naturalmente que nem sempre procedia dessa forma e numa das noites em que resolveu esconder-se atrás da escola primária, deitado em cima de uma pernada de amendoeira que ficava um pouco acima das nossas cabeças, a coisa não lhe correu muito bem.
Escondido entre as folhas, divertia-se vendo-nos procurar atrás dos troncos, mas não olhando para cima da árvore onde ele estava.

Inesperadamente o Américo olha para cima, vê o vulto escuro e ao mesmo tempo que grita: -aqui está um!, salta e puxa a pernada da árvore na tentativa de agarrar quem lá estava.

O resultado foi que a pernada se partiu e o Fernando que não teve tempo de saltar nem de se agarrar a outra parte da árvore, cai desamparado ficando muito queixoso das costas.

O jogo e a brincadeira terminou assim nessa noite, sem graça para o Fernando!

Também eu termino esta evocação do passado mas fico na expectativa de que alguém se lembre de outras histórias sobre este ou outros jogos e as queira recordar aqui.

Um bom fim de semana para todos!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

FESTIVAL DE CHAROLAS



Numa organização da Casa do Povo, vai ter lugar no próximo Sábado, 7 de Janeiro, a partir das 17,00 horas, o 36º. Festival de Charolas de Conceição de Faro, com a participação dos seguintes grupos:

  • Charola Sociedade Banda Musical - Tavira
  • Grupo de Cantares de Janeiras "Força mda Tradição" - Paderne
  • Charola da Casa do Povo Santa Catarina Fonte do Bispo - Tavira
  • Charola da Amizade Estoiense - Estoi
  • Charola da Banda Filarmonica 1º. Dezembro . Moncarapacho
  • Charola da Casa do Povo de Conceição de Faro